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Nova aquisição – Incubadora K-system G185 aumenta as taxas de gravidez

Esta nova incubadora permite cultivar os embriões em condições semelhantes às das tubas uterinas permitindo um melhor desenvolvimento embrionário e refletindo no aumento das taxas de gravidez.

A clínica Jules White Medicina Reprodutiva está em constante processo de crescimento e aperfeiçoamento, o que faz dela uma referência em Medicina Reprodutiva no estado e no Brasil.

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Fertilização acima dos 50 anos é possível com acordo entre médico e paciente.

As mulheres com mais de 50 anos que queiram engravidar usando as técnicas de reprodução assistida não mais precisarão do aval do sistema conselhal, desde que, junto com seu médico, assuma os riscos de uma gravidez tardia.

A Resolução nº 2.121/15, aprovada em setembro pelo Conselho Federal de Medicina, atualizou normativa anterior, datada de 2013. “Pela saúde da mulher e da criança, continuamos defendendo o limite máximo de 50 anos, mas caso ela, após esclarecimentos de seu médico, decida pela gravidez e assuma os riscos junto com ele, entendemos ser possível o uso das técnicas de reprodução”, esclarece o tesoureiro e coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do CFM, José Hiran Gallo.

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Novas regras de reprodução assistida e direitos reprodutivos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publica a atualização da resolução que trata dos procedimentos de reprodução assistida no país. A Resolução CFM nº 2.013/13 (acesse a íntegra em PDF) destaca a segurança da saúde da mulher e a defesa dos direitos reprodutivos para todos os indivíduos. A última vez em que a resolução havia sido atualizada foi em 2010, depois de ficar quase 20 anos sem renovação. Para esta revisão, o CFM contou novamente com contribuições dos conselhos regionais de medicina do país e sociedades de especialidades. A resolução preenche uma lacuna importante, pois não existe no Brasil uma legislação que regulamente a prática da reprodução assistida. 

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Vitrificação de oócitos: uma nova maneira de parar o tempo

As técnicas de Reprodução Humana Assistida estão se desenvolvendo cada vez mais rápido e auxiliando casais a realizarem o sonho de terem filhos. Uma proposta atual que vem complementar essas técnicas e, consequentemente, a preservação da fertilidade feminina é a vitrificação de oócitos.

Essa nova proposta vem sendo sugerida nas seguintes situações: (I) doenças crônicas e/ou tratamentos que possam acarretar a perda de fertilidade; (II) declínio da função ovariana em relação à idade; (III) risco de síndrome de hiperestimulação ovariana; (IV) não obtenção de esperma para a fertilização; (V) auxílio na sincronização dos ciclos de ovodoação; (VI) razões éticas ou religiosas decorrentes do congelamento de embriões; (VII) qualquer outra razão pessoal em que a mulher deseje postergar a gravidez.

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Doutor, eu posso ter relações sexuais?

Eis uma pergunta freqüente em consultórios médicos, especialmente nas especialidades de cardiologia e urologia. Estima-se que até a metade dos homens que já sofreram com algum tipo de doença do coração sentiram medo ao manterem relação sexual. O problema é que boa parte dos homens esconde, por vergonha, a angústia que sentem quando o assunto é relação sexual. Muitas vezes são suas parceiras que expressam essas preocupações. Contudo, é cada vez mais comprovada a relação entre doenças do coração e risco durante a relação sexual. E não é apenas quem já teve problema cardíaco que está sob risco. Sabe-se que as doenças cardíacas são silenciosas em boa parte da sua evolução e que, por exemplo, homens que sofrem de disfunção erétil possuem risco de ter uma doença no coração semelhante ao de quem fuma ou tem alguma história na família.

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Infertilidade e suas repercussões emocionais

Quase todos nós desde a mais tenra idade somos criados com o intuito de gerarmos filhos e constituir uma família padrão. O projeto comum de ter filhos e construir a própria família se torna um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher, ou seja, um momento muitas vezes esperado e idealizado pela maioria dos casais.

No entanto, quando o projeto de ter filhos é interrompido ou modificado pelos problemas ligados à infertilidade, uma situação emocional bastante específica se instala em cada um dos companheiros, alterando com maior ou menor intensidade o vínculo conjugal, as relações sociais e familiares e o bem-estar físico e mental.

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Reflexões sobre infertilidade

A infertilidade é uma condição comum que afeta de 10 a 15% dos casais em idade reprodutiva.

Para alguns casais, a descoberta de que estão com dificuldade para engravidar é apenas outro episódio em suas vidas. Para outros, a descoberta de que tem o problema é uma crise de vida importante. Algumas dificuldades momentâneas como a demora em assumir arealidade, a disposição para um diagnóstico correto com o intuito de revelar a causa da dificuldade para engravidar, a disponibilidade para a realização do tratamento proposto, são momentos que o casal em crise precisa superar. Não podemos deixar de lembrar outros fatores como o tempo dispendido na busca de informações corretas, o uso de determinados medicamentos que podem alterar o padrão do ciclo menstrual, a pressão de familiares e sociedade, a ansiedade por resultados imediatos e por último os custos do tratamento também são obstáculos a serem vencidos.

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Teste de Estrutura da Cromatina Espermática (TECE)

Saiba mais sobre essa técnica utilizada para avaliar a infertilidade masculina

Quando o sonho de engravidar se torna um problema, o desgaste emocional e, muitas vezes, até financeiro, acaba gerando ansiedade a até o medo de tentar procurar uma ajuda médica adequada. O casal passa por uma bateria de exames, com o objetivo de chegar a um diagnóstico correto e consequentemente planejar o seu tratamento.

Na investigação do casal quando forem identificados casos de abortamento espontâneo de repetição, infertilidade sem causa aparente (ISCA) e falha após procedimentos de reprodução assistida é possível solicitar um exame chamado de Teste de Estrutura da Cromatina Espermática (TECE). Trata-se de uma técnica utilizadapara avaliar a infertilidade masculina, utilizando um métodobem estabelecido para detectar a fragmentação de DNA nos espermatozóides. O nível de fragmentação tem estreita relação com o insucesso gestacional.

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Efeitos do sobrepeso e obesidade

De acordo com a OMS, a obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afetar a saúde. É uma doença crônica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbilidade e mortalidade.Além de acarretar múltiplas consequências graves para a saúde.

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