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Resultados para: Engravidar

Aborto de repetição

Um aborto pode ocorrer em 15% a 25% das mulheres que engravidam, dependendo da faixa etária materna. Após os 35 anos é considerado mais frequente.⠀

Aborto é a perda fetal antes de 22 semanas de gestação ou a perda de um feto com peso inferior a 500 gramas.⠀

Abortamento de repetição (AR) se dá quando ocorre de duas a três vezes consecutivas.⠀

Muitos casais sofrem com a possibilidade de uma futura gestação após aborto de repetição.⠀

É preciso que o casal seja detalhadamente examinado e tenha o histórico investigado por um médico especialista. A partir daí serão tomadas as decisões em conjunto para que seja iniciado o tratamento adequado para aquele caso. Inclusive, com a indicação de apoio psicológico.⠀

Existem tratamentos modernos e confiáveis para que você conquiste a desejada gestação!⠀

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É possível “encomendar” gêmeos na Reprodução Assistida?

Na reprodução assistida, muitos fatores são importantes para definir o número de embriões que serão transferidos ao útero da mulher.⠀

A tendência atual é focar na “single embryo transfer”, ou seja, na transferência de um único embrião de cada vez. ⠀

Isso se deve ao fato de que uma gravidez de um único bebê é mais segura, aumentando as chances de ter um pré-natal tranquilo e terminando com um nascido vivo saudável em casa!⠀

Entretanto, ainda assim é possível que o tratamento de reprodução assistida resulte numa gestação de gêmeos.⠀

Mas será que é possível garantir uma gestação gemelar?⠀
NÃO!⠀

Quando o casal decide juntamente com o médico em transferir dois ou mais embriões, essa chance aumenta, porém não é garantida.⠀

Dados da Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida (RedLara) indicam que 32,3% das gestações originadas de tratamentos de reprodução assistida são gemelares. ⠀
O parto prematuro ocorre em aproximadamente 55% nos casos de dois bebês e aumenta para 76% em trigêmeos ou mais. ⠀

Impressionante, né?⠀

É importante deixar claro que a ética médica ditada pelo Conselho Federal de Medicina limita o número de embriões transferidos em tratamentos de fertilização, de acordo com muitos parâmetros, sendo o principal a idade da mulher. ⠀

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Congelamento de óvulos e a Nutrição

O congelamento de óvulos permite que a mulher aumente as chances da maternidade, dando a ela o direito de ter um bebê sem pressão!

Ainda é um tabu, mas torço para que em um futuro próximo se torne algo cultural, onde os profissionais que acompanham essas mulheres orientem quanto a necessidade de avaliar a reserva ovariana.⠀

Uma vez que a reversa ovariana está diminuída, sugerir o congelamento dos óvulos para que essa mulher possa com leveza decidir o melhor momento sem abrir mão do sonho da maternidade.⠀

INDICAÇÃO:⠀

1- Mulheres adultas em qualquer fase (a partir dos 18) que serão submetidas ao tratamento de câncer ou com doenças autoimunes⠀

2- Mulheres a partir dos 30 que sonham em ser mãe sem pressão! rs Que ainda não tem previsão seja por estar focando na carreira profissional, ou ainda não ter encontrado um parceiro, ou qualquer outro motivo que a leve não querer engravidar no presente momento

3- Pacientes após 32 anos já tentante e com dificuldade em engravidar. Congelar e continuar tentando, se não conseguir natural (opção 1) você tem chance de fazer um FIV.⠀

4- Mulheres após os 30 que no presente momento não desejam filhos mas tem receio de passar o tempo se arrepender depois⠀

5- Qualquer mulher que desejar por qualquer motivo

Uma vez que decidiu coletar, procure um nutricionista que atue na área, a nutrição entra como aliada já que aumenta a reserva ovariano e qualidade desse óvulo coletado para congelar, influenciado de forma positiva em toda cadeia aumentando as chances da fertilização e de uma gestação/bebê saudável. ⠀



Conteúdo elaborado pela nutricionista Dra Tatiane Soares⠀

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Por que não consigo ter o segundo filho?

A dificuldade para ter o segundo filho pode ter diversas causas. É comum que o casal leve até cerca de um ano para gerar um filho de forma natural. ⠀
E quase 8% deles podem levar mais de dois anos para engravidar.⠀

Mas se você está passando por essa situação, a primeira coisa que deve fazer é procurar um médico especialista para que sua saúde e do seu parceiro seja criteriosamente avaliada.⠀

Alguns pontos precisam de análise, como: será que somente na tentativa de ter o segundo filho o casal percebeu dificuldades para conceber, mas elas já existiam?⠀

Outro ponto é considerar se o casal já tem filhos, independente de já terem filhos com outros parceiros. Assim, a infertilidade do casal pode ser considerada, caso não tenha juntos um filho.⠀

Com o passar do tempo, ocorrem alterações no organismo que podem levar à infertilidade, como a idade da mulher. Olha só: se ela teve seu primeiro filho por volta dos 30 anos, e só decidiu ter o segundo ano depois, sem dúvidas esse tempo tem um impacto na saúde fértil. ⠀
A partir dos 35 anos ocorre uma queda natural da fertilidade da mulher.⠀

Para entender o que está acontecendo o casal deve procurar um especialista de confiança!

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Fertilização acima dos 50 anos é possível com acordo entre médico e paciente.

As mulheres com mais de 50 anos que queiram engravidar usando as técnicas de reprodução assistida não mais precisarão do aval do sistema conselhal, desde que, junto com seu médico, assuma os riscos de uma gravidez tardia.

A Resolução nº 2.121/15, aprovada em setembro pelo Conselho Federal de Medicina, atualizou normativa anterior, datada de 2013. “Pela saúde da mulher e da criança, continuamos defendendo o limite máximo de 50 anos, mas caso ela, após esclarecimentos de seu médico, decida pela gravidez e assuma os riscos junto com ele, entendemos ser possível o uso das técnicas de reprodução”, esclarece o tesoureiro e coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do CFM, José Hiran Gallo.

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Novas regras de reprodução assistida e direitos reprodutivos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publica a atualização da resolução que trata dos procedimentos de reprodução assistida no país. A Resolução CFM nº 2.013/13 (acesse a íntegra em PDF) destaca a segurança da saúde da mulher e a defesa dos direitos reprodutivos para todos os indivíduos. A última vez em que a resolução havia sido atualizada foi em 2010, depois de ficar quase 20 anos sem renovação. Para esta revisão, o CFM contou novamente com contribuições dos conselhos regionais de medicina do país e sociedades de especialidades. A resolução preenche uma lacuna importante, pois não existe no Brasil uma legislação que regulamente a prática da reprodução assistida. 

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Vitrificação de oócitos: uma nova maneira de parar o tempo

As técnicas de Reprodução Humana Assistida estão se desenvolvendo cada vez mais rápido e auxiliando casais a realizarem o sonho de terem filhos. Uma proposta atual que vem complementar essas técnicas e, consequentemente, a preservação da fertilidade feminina é a vitrificação de oócitos.

Essa nova proposta vem sendo sugerida nas seguintes situações: (I) doenças crônicas e/ou tratamentos que possam acarretar a perda de fertilidade; (II) declínio da função ovariana em relação à idade; (III) risco de síndrome de hiperestimulação ovariana; (IV) não obtenção de esperma para a fertilização; (V) auxílio na sincronização dos ciclos de ovodoação; (VI) razões éticas ou religiosas decorrentes do congelamento de embriões; (VII) qualquer outra razão pessoal em que a mulher deseje postergar a gravidez.

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Doutor, eu posso ter relações sexuais?

Eis uma pergunta freqüente em consultórios médicos, especialmente nas especialidades de cardiologia e urologia. Estima-se que até a metade dos homens que já sofreram com algum tipo de doença do coração sentiram medo ao manterem relação sexual. O problema é que boa parte dos homens esconde, por vergonha, a angústia que sentem quando o assunto é relação sexual. Muitas vezes são suas parceiras que expressam essas preocupações. Contudo, é cada vez mais comprovada a relação entre doenças do coração e risco durante a relação sexual. E não é apenas quem já teve problema cardíaco que está sob risco. Sabe-se que as doenças cardíacas são silenciosas em boa parte da sua evolução e que, por exemplo, homens que sofrem de disfunção erétil possuem risco de ter uma doença no coração semelhante ao de quem fuma ou tem alguma história na família.

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Infertilidade e suas repercussões emocionais

Quase todos nós desde a mais tenra idade somos criados com o intuito de gerarmos filhos e constituir uma família padrão. O projeto comum de ter filhos e construir a própria família se torna um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher, ou seja, um momento muitas vezes esperado e idealizado pela maioria dos casais.

No entanto, quando o projeto de ter filhos é interrompido ou modificado pelos problemas ligados à infertilidade, uma situação emocional bastante específica se instala em cada um dos companheiros, alterando com maior ou menor intensidade o vínculo conjugal, as relações sociais e familiares e o bem-estar físico e mental.

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Reflexões sobre infertilidade

A infertilidade é uma condição comum que afeta de 10 a 15% dos casais em idade reprodutiva.

Para alguns casais, a descoberta de que estão com dificuldade para engravidar é apenas outro episódio em suas vidas. Para outros, a descoberta de que tem o problema é uma crise de vida importante. Algumas dificuldades momentâneas como a demora em assumir arealidade, a disposição para um diagnóstico correto com o intuito de revelar a causa da dificuldade para engravidar, a disponibilidade para a realização do tratamento proposto, são momentos que o casal em crise precisa superar. Não podemos deixar de lembrar outros fatores como o tempo dispendido na busca de informações corretas, o uso de determinados medicamentos que podem alterar o padrão do ciclo menstrual, a pressão de familiares e sociedade, a ansiedade por resultados imediatos e por último os custos do tratamento também são obstáculos a serem vencidos.

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