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Resultados para: Engravidar

Criopreservação Masculina

A criopreservação masculina é uma técnica muito utilizada e de alta eficácia.

Ela acontece com o congelamento ultra rápido de amostras biológicas, combinando volume mínimo e alta concentração de crioprotetores, que permitem conservar células em temperaturas muito baixas com o uso de nitrogênio líquido. ⠀
A temperatura chega a 196º C negativos.

A decisão de preservar os gametas pode acontecer por diferentes motivos, como um tratamento de câncer ou de outras doenças, que afetam a fertilidade. ⠀

Os homens que desejam fazer uma vasectomia também podem realizar o congelamento de esperma, preservando a fertilidade para uma decisão futura.⠀


Se você tem alguma dúvida sobre o procedimento deixe aqui nos comentários que vamos te esclarecer! ⠀

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Controle Ovulatório

O controle ovulatório nada mais é do que a sequência de ultrassonografias realizadas durante o ciclo menstrual, com o objetivo de acompanhar as alterações ovarianas e uterinas relacionadas à ovulação, de forma a avaliar a ocorrência – ou não – da ovulação e identificar o momento que ela vai acontecer.

Auxilia o médico a ter o controle de ovulação da paciente, o que é muito importante para aquelas que utilizam medicamentos para estimular ovulação ou mesmo para aumentar as chances de gestação em ciclos sem indutores.

Você sabia que em alguns casos, apenas com essa avaliação e orientação ao casal sobre o melhor momento para manter relação sexual, a gravidez acontece?

O controle ovulatório é um procedimento simples e de menor custo para casais que estão tentando engravidar.
Mas para que ele seja indicado, o médico especialista precisa avaliar a sua saúde e a do seu parceiro, e ter o diagnóstico exato do caso.

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5 dúvidas sobre Vitamina D e Infertilidade

Diariamente diagnosticamos em nossos pacientes níveis insuficientes ou deficientes de vitamina D, e sempre há muita dúvida sobre o assunto.
Por isso, selecionamos 5 pontos importante que você precisa saber sobre a Vitamina D:

1️⃣ Ela tem atuação direta  no sistema imunológico. O déficit de vitamina D  pode levar ao descontrole e/ou surgimento de uma série de doenças.

2️⃣  Apesar da importância da vitamina D no organismo, não há estudos concluídos dizendo que o déficit da vitamina na mulher, a fará rejeitar a implantação do embrião, seja por tratamento de fertilização in vitro ou pela gravidez espontânea.
Mas acredite: é melhor manter o nível da vitamina dentro do ideal.

3️⃣ A atuação da vitamina D no homem também é muito importante. Baixos níveis de vitamina D parecem estar relacionados à diminuição da concentração de espermatozoides no sêmen, bem como da motilidade dos mesmos.

4️⃣ A deficiência da substância durante a gravidez pode aumentar o risco de pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, baixo peso ao nascimento, prematuridade e hemorragia pós-parto grave.

5️⃣  Para quem possui  deficiência de vitamina D é importante procurar um médico de confiança para que analise o caso individualmente e oriente o paciente a melhor forma de conquistar o nível ideal da vitamina no corpo.

O ideal é PREVENIR! 🌞 Tome sol sem filtro solar por pelo menos 20 minutos todos os dias, preferencialmente no início da manhã e no final da tarde.

O processo de formação da vitamina D ocorre na pele e é dependente dos raios solares do tipo UVA e UVB!

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Beba água! Um hábito importante para quem quer engravidar!

Com certeza você já ouviu essa recomendação várias vezes! Mas responda com sinceridade: você bebe a quantidade de água ideal?

E para quem quer engravidar, beber bastante líquido também é um hábito importante.  Além de hidratar o corpo, consumir muita água aumenta a produção de muco cervical durante o período fértil, auxiliando a locomoção dos espermatozoides. ⠀

Portanto, se está planejando engravidar, procure saber com um profissional a quantidade ideal de água para o seu corpo e se dedique!⠀

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Aborto de repetição

Um aborto pode ocorrer em 15% a 25% das mulheres que engravidam, dependendo da faixa etária materna. Após os 35 anos é considerado mais frequente.⠀

Aborto é a perda fetal antes de 22 semanas de gestação ou a perda de um feto com peso inferior a 500 gramas.⠀

Abortamento de repetição (AR) se dá quando ocorre de duas a três vezes consecutivas.⠀

Muitos casais sofrem com a possibilidade de uma futura gestação após aborto de repetição.⠀

É preciso que o casal seja detalhadamente examinado e tenha o histórico investigado por um médico especialista. A partir daí serão tomadas as decisões em conjunto para que seja iniciado o tratamento adequado para aquele caso. Inclusive, com a indicação de apoio psicológico.⠀

Existem tratamentos modernos e confiáveis para que você conquiste a desejada gestação!⠀

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É possível “encomendar” gêmeos na Reprodução Assistida?

Na reprodução assistida, muitos fatores são importantes para definir o número de embriões que serão transferidos ao útero da mulher.⠀

A tendência atual é focar na “single embryo transfer”, ou seja, na transferência de um único embrião de cada vez. ⠀

Isso se deve ao fato de que uma gravidez de um único bebê é mais segura, aumentando as chances de ter um pré-natal tranquilo e terminando com um nascido vivo saudável em casa!⠀

Entretanto, ainda assim é possível que o tratamento de reprodução assistida resulte numa gestação de gêmeos.⠀

Mas será que é possível garantir uma gestação gemelar?⠀
NÃO!⠀

Quando o casal decide juntamente com o médico em transferir dois ou mais embriões, essa chance aumenta, porém não é garantida.⠀

Dados da Rede Latinoamericana de Reprodução Assistida (RedLara) indicam que 32,3% das gestações originadas de tratamentos de reprodução assistida são gemelares. ⠀
O parto prematuro ocorre em aproximadamente 55% nos casos de dois bebês e aumenta para 76% em trigêmeos ou mais. ⠀

Impressionante, né?⠀

É importante deixar claro que a ética médica ditada pelo Conselho Federal de Medicina limita o número de embriões transferidos em tratamentos de fertilização, de acordo com muitos parâmetros, sendo o principal a idade da mulher. ⠀

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Congelamento de óvulos e a Nutrição

O congelamento de óvulos permite que a mulher aumente as chances da maternidade, dando a ela o direito de ter um bebê sem pressão!

Ainda é um tabu, mas torço para que em um futuro próximo se torne algo cultural, onde os profissionais que acompanham essas mulheres orientem quanto a necessidade de avaliar a reserva ovariana.⠀

Uma vez que a reversa ovariana está diminuída, sugerir o congelamento dos óvulos para que essa mulher possa com leveza decidir o melhor momento sem abrir mão do sonho da maternidade.⠀

INDICAÇÃO:⠀

1- Mulheres adultas em qualquer fase (a partir dos 18) que serão submetidas ao tratamento de câncer ou com doenças autoimunes⠀

2- Mulheres a partir dos 30 que sonham em ser mãe sem pressão! rs Que ainda não tem previsão seja por estar focando na carreira profissional, ou ainda não ter encontrado um parceiro, ou qualquer outro motivo que a leve não querer engravidar no presente momento

3- Pacientes após 32 anos já tentante e com dificuldade em engravidar. Congelar e continuar tentando, se não conseguir natural (opção 1) você tem chance de fazer um FIV.⠀

4- Mulheres após os 30 que no presente momento não desejam filhos mas tem receio de passar o tempo se arrepender depois⠀

5- Qualquer mulher que desejar por qualquer motivo

Uma vez que decidiu coletar, procure um nutricionista que atue na área, a nutrição entra como aliada já que aumenta a reserva ovariano e qualidade desse óvulo coletado para congelar, influenciado de forma positiva em toda cadeia aumentando as chances da fertilização e de uma gestação/bebê saudável. ⠀



Conteúdo elaborado pela nutricionista Dra Tatiane Soares⠀

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Por que não consigo ter o segundo filho?

A dificuldade para ter o segundo filho pode ter diversas causas. É comum que o casal leve até cerca de um ano para gerar um filho de forma natural. ⠀
E quase 8% deles podem levar mais de dois anos para engravidar.⠀

Mas se você está passando por essa situação, a primeira coisa que deve fazer é procurar um médico especialista para que sua saúde e do seu parceiro seja criteriosamente avaliada.⠀

Alguns pontos precisam de análise, como: será que somente na tentativa de ter o segundo filho o casal percebeu dificuldades para conceber, mas elas já existiam?⠀

Outro ponto é considerar se o casal já tem filhos, independente de já terem filhos com outros parceiros. Assim, a infertilidade do casal pode ser considerada, caso não tenha juntos um filho.⠀

Com o passar do tempo, ocorrem alterações no organismo que podem levar à infertilidade, como a idade da mulher. Olha só: se ela teve seu primeiro filho por volta dos 30 anos, e só decidiu ter o segundo ano depois, sem dúvidas esse tempo tem um impacto na saúde fértil. ⠀
A partir dos 35 anos ocorre uma queda natural da fertilidade da mulher.⠀

Para entender o que está acontecendo o casal deve procurar um especialista de confiança!

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Fertilização acima dos 50 anos é possível com acordo entre médico e paciente.

As mulheres com mais de 50 anos que queiram engravidar usando as técnicas de reprodução assistida não mais precisarão do aval do sistema conselhal, desde que, junto com seu médico, assuma os riscos de uma gravidez tardia.

A Resolução nº 2.121/15, aprovada em setembro pelo Conselho Federal de Medicina, atualizou normativa anterior, datada de 2013. “Pela saúde da mulher e da criança, continuamos defendendo o limite máximo de 50 anos, mas caso ela, após esclarecimentos de seu médico, decida pela gravidez e assuma os riscos junto com ele, entendemos ser possível o uso das técnicas de reprodução”, esclarece o tesoureiro e coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do CFM, José Hiran Gallo.

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Novas regras de reprodução assistida e direitos reprodutivos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publica a atualização da resolução que trata dos procedimentos de reprodução assistida no país. A Resolução CFM nº 2.013/13 (acesse a íntegra em PDF) destaca a segurança da saúde da mulher e a defesa dos direitos reprodutivos para todos os indivíduos. A última vez em que a resolução havia sido atualizada foi em 2010, depois de ficar quase 20 anos sem renovação. Para esta revisão, o CFM contou novamente com contribuições dos conselhos regionais de medicina do país e sociedades de especialidades. A resolução preenche uma lacuna importante, pois não existe no Brasil uma legislação que regulamente a prática da reprodução assistida. 

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