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O que os estudos mais atualizados dizem sobre a relação da vacina contra COVID-19 e a FIV

A vacinação contra a COVID-19 está avançando em todo o país. A esperança de dias melhores que é proporcionada ao vacinado, também gera dúvidas para as tentantes.

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, junto com a REDLARA e outras instituições publicaram no início do ano um posicionamento positivo sobre a efetividade da vacina.

Meses se passaram e estudos científicos continuam acontecendo em torno do tema.

Um estudo de maio de 2021 teve o objetivo de avaliar a influência da vacina de mRNA SARS-CoV-2 em tratamentos de FIV.

Foram analisados 36 casais de 7 a 85 dias, após receber a vacina de mRNA SARS-CoV-2. Nenhuma diferença entre os ciclos foi observada na estimulação ovariana e variáveis ​​embriológicas antes e depois de receber a vacinação de mRNA SARS-CoV-2.
“A vacina de mRNA SARS-CoV-2 não afetou o desempenho das pacientes ou a reserva ovariana em seu ciclo de FIV subsequente imediato. Futuros estudos maiores com acompanhamento mais longo serão necessários para validar nossas observações.”

Este mês um novo estudo foi publicado: “A resposta imune à infecção por coronavírus 2019 (COVID-19) ou a vacina de mRNA BNT162b2 envolve o folículo ovariano e afeta sua função?”

Foram 32 pacientes de FIV avaliados entre 1º de fevereiro e 10 de março de 2021, infectados com COVID-19, vacinados ou não expostos.

E mais uma vez os resultados foram bons.  “Nenhuma diferença foi detectada em qualquer um dos parâmetros de relatório de qualidade do folículo ovariano substituto.”
“Tanto a infecção por SARS-COV-2 quanto a vacinação com a vacina de mRNA BNT162b2 medeiam a imunidade IgG que atravessa o fluido folicular. Nenhum efeito prejudicial na função folicular foi detectado.”

Nós vamos continuar acompanhando os estudos.

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UMBIGO DO BEBÊ: vamos simplificar!

Após o parto, o recém-nascido ainda tem um pedaço do cordão umbilical preso ao umbigo – o chamado coto umbilical -. ⠀
Esse tecido cai entre 7 e 15 dias após o parto, mas durante esse período é preciso higienizá-lo com bastante cuidado.⠀

Mas é simples: a limpeza do coto umbilical deve ser feita por toda extensão, com álcool a 70%, em uma média de três vezes por dia, com um cotonete. Mesmo que tenha um pouco de sangramento, pode passar álcool. O umbigo não dói e a criança reclama porque o álcool é gelado!⠀

IMPORTANTE: se você sentir um cheiro forte ou observar que sai uma secreção ou sangramento anormal do umbigo da criança, leve-a imediatamente a um pediatra, para que ele possa verificar se está tudo bem. Isso pode ser sinal de infecção.⠀

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Música faz bem para a mamãe e o bebê

A música é um estímulo que funciona como uma verdadeira terapia durante a gestação.
Ela ajuda a estimular a criatividade, facilita a comunicação entre mãe e filho, ajuda a reduzir o estresse e alivia a ansiedade – bastante comum nos noves meses-.⠀

É importante você saber que: a audição é o primeiro sentido a ser despertado no bebê, que consegue perceber os barulhos externos a partir da 16ª semana de gestação. Na 20ª semana eles já são capazes de reagir aos sons e depois, de 25 semanas, conseguem reconhecer os diferentes tipos de sons, entre eles, a voz da mãe.⠀

Ao ouvir a mãe, o bebê sente-se tranquilo e seguro, fortalecendo o vínculo.⠀

Por isso, cante! Conte histórias e converse com o pequeno, mesmo que ele ainda esteja na barriga.⠀

Você vai relaxar e ele vai interagir.⠀

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Nova resolução das técnicas de Reprodução Assistida

A nova resolução (nº 2294/2021) do Conselho Federal de Medicina foi publicada no Diário Oficial da União ontem (15/06/2021).

O documento apresenta as mudanças realizadas nas normas éticas para a utilização das técnicas de reprodução assistida.

Colocamos aqui o documento na íntegra para que nossos pacientes tenham total acesso às informações. É nosso dever tranquilizá-los diante dessas mudanças nas normas, pois a atualização foi feita para trazer benefícios!

Se você tiver alguma dúvida sobre as mudanças, pode deixar aqui nos comentários que vamos te ajudar!

 

 

 

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JUNHO: mês Mundial da Conscientização da Infertilidade

Junho é considerado o mês Mundial de Conscientização da Infertilidade.  Mas se você está se perguntando “qual o objetivo da campanha?”, sabia que é algo simples, mas de extrema importância: INFORMAR E ESCLARECER!⠀

Estar bem informado sobre o tema da infertilidade é fundamental para quem enfrenta o problema ou está perto de quem lida com ele. ⠀
Quando se tem informações seguras, com bases científicas relacionadas à saúde reprodutiva e as opções de tratamento para a infertilidade, evita que os casais afetados pelo problema percam a oportunidade de terem seus filhos.⠀

Segundo a estimativa da Organização Mundial da Saúde, no Brasil há cerca de oito milhões de pessoas inférteis – aquelas que tentam engravidar durante 12 meses, e não conseguem iniciar a gestação.⠀

Por isso, esse é um mês especial.  É a oportunidade de alertarmos os casais da importância de procurar um médico especialista em reprodução humana assim que tiver indícios do problema.⠀

Profissionais capacitados farão toda a investigação necessária para identificar as causas e apontar as melhores alternativas para solucionar o problema.⠀

Cuide-se! ⠀

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Nova aquisição – Incubadora K-system G185 aumenta as taxas de gravidez

Esta nova incubadora permite cultivar os embriões em condições semelhantes às das tubas uterinas permitindo um melhor desenvolvimento embrionário e refletindo no aumento das taxas de gravidez.

A clínica Jules White Medicina Reprodutiva está em constante processo de crescimento e aperfeiçoamento, o que faz dela uma referência em Medicina Reprodutiva no estado e no Brasil.

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Fertilização acima dos 50 anos é possível com acordo entre médico e paciente.

As mulheres com mais de 50 anos que queiram engravidar usando as técnicas de reprodução assistida não mais precisarão do aval do sistema conselhal, desde que, junto com seu médico, assuma os riscos de uma gravidez tardia.

A Resolução nº 2.121/15, aprovada em setembro pelo Conselho Federal de Medicina, atualizou normativa anterior, datada de 2013. “Pela saúde da mulher e da criança, continuamos defendendo o limite máximo de 50 anos, mas caso ela, após esclarecimentos de seu médico, decida pela gravidez e assuma os riscos junto com ele, entendemos ser possível o uso das técnicas de reprodução”, esclarece o tesoureiro e coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do CFM, José Hiran Gallo.

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Infertilidade e suas repercussões emocionais

Quase todos nós desde a mais tenra idade somos criados com o intuito de gerarmos filhos e constituir uma família padrão. O projeto comum de ter filhos e construir a própria família se torna um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher, ou seja, um momento muitas vezes esperado e idealizado pela maioria dos casais.

No entanto, quando o projeto de ter filhos é interrompido ou modificado pelos problemas ligados à infertilidade, uma situação emocional bastante específica se instala em cada um dos companheiros, alterando com maior ou menor intensidade o vínculo conjugal, as relações sociais e familiares e o bem-estar físico e mental.

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